
Estava eu conversando com um amigo... e chegamos ao assunto do romantismo (ou da falta dele) nos dias de hoje, no mundo moderno... Ah, como eram bons os tempos em que as moças beijavam apenas quem elas amavam, quando os rapazes as convidavam para sair com certo acanhamento, quando se trocavam cartas e não e-mails (apesar de estes não perderem o real sentido da coisa).
Devia ser tão bom viver naqueles tempos! O amor era um mistério, descoberto a cada dia.
Imagine quão bom seria se, hoje, esperássemos por aquela ligação especial tão ansiosamente, como nos filmes... Se o encanto não fosse quebrado logo no primeiro encontro...
Passei uma boa parte [a grande parte] da minha adolescência achando que a melhor maneira de "viver" era beijar, beijar e beijar, mas, na verdade, esses beijos eram nada mais do que tentativas frustradas de encontrar o amor.
Ainda bem que eu mudei meu jeito não só de pensar, mas também de agir. Devo isto a uma pessoa que tem se revelado ÚNICA na minha vida... Gustavo, obrigada por me mostrar o que é o amor.
[Continua no próximo episódio].
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